Divina cantiga que guarda no velho porão das sábias lembranças, todo o sentido de sua permanência ali. Embala agora e ecoa pela criança que não é, nem menino, nem menina, mas possui muito de mim. Olho e vejo-me nele, ao mesmo tempo em que vejo ali, outra pessoa.
A canção desce por ela e a envolve como uma fita de partitura invisível, que a embala e a faz girar em seu próprio eixo.